sábado, 19 de maio de 2012

Dom Quixote agita comunidade no Pedrinho

A inspiração num personagem com mais de quatrocentos anos de existência, Dom Quixote de La Mancha, é a tônica do grupo leopoldense de teatro Os Quixotescos. Em atividade alusiva ao Dia da Solidariedade, no Instituto Estadual de Educação Pedro Schneider (Pedrinho), na manhã de sábado (19/5), o grupo apresentou um esquete que aborda as aventuras do cavaleiro andante e de seu fiel escudeiro Sancho Pança.
A apresentação foi realizada pelos professores Ari Meneghini (Dom Quixote), César Augusto (narrador Armando Ficção) e Débora Jane (Sancho Pança).  Os Quixotescos, embalados pelo sonho de um mundo melhor, estimulados pela criatividade de fazer rir ou chorar, ou para fazer a reflexão de uma vida mais digna e rica, de uma riqueza cultural, emocional e espiritual, caminham de mãos dadas com a Literatura e o Teatro.
Para tanto, o grupo propõe o ensino da literatura através do teatro e tem como repertório peças adaptadas de obras importantíssimas da literatura brasileira e mundial, tais como Memórias de Emília, de Monteiro Lobato; O Alienista, de
 Machado de Assis; e a Revolução dos Bichos, de George Orwel. 
Cátia Cylene
Jornalista
Fone: 9707.5058


sábado, 14 de abril de 2012

O que estamos lendo

Um profundo interesse pelo ser humano...

Nos anos de 1980, na França, Augusto Boal e Cecília Boal se deparam com opressões ligadas à subjetividade, sem relação com uma agressão física ou um impedimento concreto na vida cotidiana. Um arsenal de técnicas que analisam os opressores internalizados, o Arco-Íris do Desejo, foi a resposta a esta demanda. Conhecido como Método Boal de Teatro e Terapia, é um conjunto de técnicas terapêuticas e teatrais utilizadas no estudo de casos onde os opressores foram internalizados, habitando a cabeça de quem vive oprimido pela repercussão dessas ideias e atitudes.

Augusto Boal, o pai do Teatro do oprimido explica nesta obra, a razão do extraordinário poder do fato teatral e a intensa energia - tão eficaz - entre outros domínios não teatrais como a política, a educação e a psicoterapia.

Boal usa o Teatro-forum,  o Teatro Invisível  e o Teatro do Oprimido para colocar o ser humano no centro do espetáculo.






 

domingo, 8 de abril de 2012

Os mais novos cavaleiros andantes

O sonho não acabou... Nunca acaba! E isso é que nos faz ir adiante.
Essa é a alma do ser quixotesco. A vontade de transformar o mundo através das artes cênicas, mesmo que seja começando pelo próprio ser. É uma mola propulsora. Uma energia que pulsa através do imaginário de pessoas que lutam por algo melhor - mas não pensando apenas em seus próprios umbigos - lutam por algo maior.
O ser quixotesco é solidário, reflexivo, apaixonado pelas mais diversas manifestações de arte e vida, embora, às vezes, de forma solitária. É, sobretudo, um ser incentivador da literatura como forma de transcender o dia a dia conturbado em que vivemos, em tempos de rápidos avanços tecnológicos, relações superficiais e perda de valores essenciais.
Para tanto, Os Quixotescos contam a partir de 2012 com novos integrantes. Juntam-se ao professor Ari Meneghini - da Literatura, os professores César Augusto - profe da paz e Gustavo Müller - o biólogo, mais a professora Débora Jane - da História. Esses são os novos cavaleiros andantes - sonhadores que idealizam um mundo melhor. E 2012 já é um ano melhor!
Que venham os esquetes, as intervenções, os espetáculos...  a vida!!!

Cátia Cylene
Jornalista quixotesca

domingo, 27 de novembro de 2011

O Alienista - Monólogo



O Alienista (molólogo), da obra de Machado, de Assis foi encenado por Ari Meneghini no dia 11 de novembro para o Ensino Médio da Escola Estadual de Educação Básica Monsenhor Leopoldo Hoff . Depois da apresentação os alunos debateram sobre a obra de Machado de Assis e a importância da leitura.



domingo, 2 de outubro de 2011

Os Quixotescos interagem com alunos da Escola Dr. João Batista de Lacerda

 Interação com o público...

No dia 01 de outubro a Escola Estadual Dr. João Batista de Lacerda, de Porto Alegre, RS promoveu a Festa da Primavera com a escolha do Garoto , da Rainha e Princesas do Lacerda. Também aconteceu uma apresentação teatral, organizado pelo professor da escola e também diretor do grupo teatral Os Quixotescos, Ari Meneghini. No esquete teatral "Rondó do Capitão e o Capitão Pirata", montado a partir do poema Rondó do Capitão, de Manuel Bandeira, participaram os Quixotescos Ari Meneghini e Vitor Zen Grazioli e os alunos da Escola Dr. João Batista de Lacerda.


Rondó do Capitão e o Capitão Pirata


O esquete Rondó do Capitão e o Capitão Pirata inicia com o Capitão dos Mares e seus homens recitando o poema de Manuel Bandeira. Ao finalizar o poema, entra em cena o Capitão Pirata e convida o Capitão dos Mares e seus homens para um duelo de poesia. No duelo de poesia, os capitães empatam. A violência, as drogas e a desunião perdem. A  educação, a  paz, a solidariedade e a amizade vencem.

                                      

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O Alienista

Em breve

Nas escolas Públicas e Particulares

o monólogo


O Alienista

Texto de Machado de Assis

Roteiro e Atuação de Ari Meneghini




                   AGUARDEM!!!!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Os Quixotescos e Escola Monsenhor Leopoldo Hoff

O esquete Filosofia de um par de botas, baseado no conto homônimo de Machado de Assis, foi apresentado na Escola Monsenhor Leopoldo Hoff, em Porto Alegre, no dia 09 de julho. O esquete surgiu a partir de oficina de teatro e literatura, ministrado pelo diretor do grupo Os Quixotescos, Ari Meneghini.

Filosofia de um par de botas é um conto que faz uma reflexão sobre as classes sociais. Trata-se de um par de botas que discute sobre as vicissitudes humanas, a sua trajetória desde pertencer às classes mais altas da sociedade até o momento de estarem gastas e envelhecidas, e ser encontradas por um Sr. filósofo na praia de Santa Luzia.

Machado de Asiss (1839-1908) foi um escritor e poeta brasileiro, e também pioneiro como cronista. Foi o fundador da Academia Brasileira de Letras e é famoso por muitos de seus livros, como Memórias Póstumas de Bras Cubas, Dom Casmurro, Quincas Borba e O Alienista.

Por que ler Machado?

Porque as suas  obras trazem um verdadeiro ensinamento para levar o aluno, após a leitura de seus textos, a ler e compreender qualquer obra que lhe caia em mãos. Outro elemento motivador para a leitura é a atualidade da sua obra. Nela, encontramos perfis psicológicos riquíssimos, representantes de todos os tipos humanos que são atemporais, e representam, por isso mesmo, o homem de qualquer época. Assim o leitor se descobre no texto.